Menos de 3 anos após reforma avaliada em quase R$ 1 MILHÃO,escola de SP,apresenta diversos problemas que prejudicam alunos e Funcionários.
Em 2010,a Escola Estadual "Pedro Galrão do Nascimento",em Mairiporã (SP),Ganhou da FDE (Fundação para o desenvolvimento da Educação) uma reforma em sua sede no Bairro Santo Ântônio,avaliada em quase R$1 milhão de reais.O valor,seria suficiente para acabar com todos os problemas que a instituição teria,mas isso não aconteceu.
Tudo Virou bagunça e só serviu para atrapalhar alunos e os mal-pagos professores,gerando caos por todas as partes. Uma 'empresa' ganhou licitação para a realização do serviço,esta que contratou funcionários que deveriam aproveitar o local, para voltar ao ensino Fundamental.
A pintura da quadra poliesportiva dos alunos foi desenhada de forma torta,funcionários mais comiam e conversavam do que trabalhavam.
Aos 'trancos e barrancos' um ano de baderna se passou. Tudo resolvido? Não.
As obras terminaram e não se notou reforma alguma.
Três anos depois do mico,ou melhor,início das obras em "Pedro Galrão" como já era de se imaginar,os diferentes problemas voltam a tomar conta do prédio.
Um curto-circuito está provocando constantes oscilações e quedas de energia,pessoas afirmam que lâmpadas explodiram em uma das salas de aula,ventiladores estão ''pendurados" e correm o risco de degolar alguém,paredes e portas destruídas,sanitários quebrados e paredes descascadas pela má qualidade da tinta.
Atrás da quadra, está a biblioteca. Atualmente serve como depósito de materiais de limpeza e livros e apostilas dos alunos,que não podem frequentá-la.
Questionada em 2012 pelo ALUNO X,a direção da escola disse que o local corre o risco de desabar,daí o acesso restrito aos alunos.
No corredor traseiro da escola, 'houve' um dia uma horta. Hoje,usada como abrigo de cobras e escorpiões.
No início e no final deste corredor existem dois cômodos: O primeiro ,assim como a biblioteca e a moral da escola também está caindo,
já o segundo é usado como depósito de mesas e cadeiras velhas.
Como diria a minha avó: "VIRA E MEXE",falta água na escola,e os alunos ficam sem merenda. Para não ficar com sede,adivinhe? DISPENSADOS.
A fossa da escola,sabe-se Deus lá porque,entope e transborda merda e mijo por todo o prédio.
Prejudicando,adivinhe quem? Os alunos, que são tratados pela escola e pelo governo como palhaços.
Pobres alunos que ficam sem aula e são dispensados por falta de competência e vergonha na cara por parte de gente que não deveria estar onde está.
R$ 960 mil reais saíram do seu vazio bolso para uma reforma que deveria ser considerada uma PIADA,Palavra esta,que substitui o que estou pensando por causa dos bons modos.
A escola e a FDE estão convidadas a se pronunciarem sobre o assunto.
Assim que se manifestarem,publicaremos aqui.